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Quanto custa viajar para Mendoza em 2026: guia de gastos reais

Com câmbio de R$ 1 para 283 pesos (jun/2026) e passagens de GRU a partir de R$ 847, uma viagem de 5 a 7 dias para Mendoza pode fechar entre R$ 3.500 e R$ 5.000 no modo econômico. Veja faixas reais de hospedagem, comida, vinho e passeios nas vinícolas.

Por SemDestino13 min de leitura

Captivating view of the Andes mountains under a vibrant sky in Mendoza, Argentina.
Captivating view of the Andes mountains under a vibrant sky in Mendoza, Argentina.

Mendoza ficou matematicamente mais barata para o brasileiro em 2026, e dá para sentir isso na primeira conta de restaurante. Com 1 real comprando cerca de 283 pesos argentinos (observado em jun/2026), um almoço executivo com vinho local sai por R$ 21 a R$ 34, e uma garrafa de Malbec decente no supermercado custa menos que um chope em São Paulo. As passagens de Guarulhos começaram em R$ 847 na mesma janela de pesquisa, o que muda bastante a viabilidade da viagem para quem tem flexibilidade de origem. Mas o número que aparece no extrato final depende de três decisões: quando você vai (a vindima de fevereiro/março e o calor de janeiro inflam preços em 20% a 40%), onde dorme (um hostel na Aristides ou uma pousada em Chacras de Coria criam orçamentos completamente diferentes) e como você chega ao Valle de Uco, que fica 80 a 100 km do centro e não tem transporte público confiável. Uma viagem de 5 a 7 dias em modo econômico fecha entre R$ 3.500 e R$ 5.000 por pessoa, incluindo passagem; em ritmo intermediário, sobe para R$ 5.500 a R$ 8.500; em conforto, passa fácil dos R$ 9.000. O detalhe que costuma pegar viajante desprevenido está nos passeios às vinícolas: a diferença entre alugar uma bike em Maipú e contratar um tour privado com sommelier no Valle de Uco chega a R$ 600 por dia.

Quanto custa visitar Mendoza? A resposta curta é: menos do que você imagina, se souber quando ir e como pagar. Com câmbio favorável, vinho regional barato e passagens saindo de GRU a partir de R$ 847 em jun/2026, a cidade andina ficou uma das mais acessíveis da América do Sul para o viajante brasileiro — desde que você evite a vindima de março e o calor pesado de janeiro.

Quanto custa Mendoza em média: o resumo dos números

R$ 1 compra cerca de 283 pesos argentinos (ARS) — essa foi a taxa média observada na última semana de junho de 2026, estável há alguns dias nessa faixa. Para quem vem do Brasil, o câmbio ainda é confortável: um almoço com entrada, prato principal e vinho na região central de Mendoza pode sair por ARS 8.000 a ARS 14.000, o equivalente a R$ 28–R$ 50.

O voo é, na maioria dos casos, o maior gasto da viagem. Saindo de Guarulhos (GRU), as passagens mais baratas encontradas ficaram a partir de R$ 847 (preço observado em jun/2026). De Confins (CNF), a partir de R$ 1.091 (observado em jun/2026). De Campinas (VCP), o piso subiu um pouco: R$ 1.379–R$ 1.486 dependendo da data (observado em jun/2026). Vale comparar as três origens se você tiver flexibilidade — a diferença pode pagar alguns dias de hospedagem. Para entender as opções de rotas e meios, incluindo a travessia terrestre pelos Andes, vale checar o guia específico.

Para uma viagem de 5 a 7 dias, considere estas faixas de gasto total por pessoa — já incluindo passagem, hospedagem, alimentação, transporte local e passeios básicos:

  • Econômico: R$ 3.500–R$ 5.000 — hostel ou guesthouse simples, refeições em restaurantes de bairro e mercado, uso de ônibus urbano, uma excursão à região vinícola
  • Intermediário: R$ 5.500–R$ 8.500 — hotel 3 estrelas ou apartamento bem localizado, jantares em restaurantes de nível médio, aluguel de bicicleta ou van compartilhada para as vinícolas, dois ou três passeios incluídos
  • Conforto: R$ 9.000–R$ 14.000 ou mais — hotel boutique ou resort na rota dos vinhos, degustações em adegas premium, transfers privados, jantares com menu harmonizado

Esses valores partem de passagem saindo de GRU. Se você sai de outra cidade com tarifa mais alta, ajuste o teto de cada faixa em R$ 500–R$ 800.

Um ponto que costuma surpreender: os passeios pelas vinícolas de Luján de Cuyo e Vale de Uco podem variar muito de preço dependendo se você vai em grupo, contrata guia privado ou aluga bicicleta por conta própria. A diferença entre as opções extremas chega a R$ 400–R$ 700 por dia — detalhe que muda bastante o orçamento final e que vale planejar com antecedência.

Various Brazilian real banknotes in sunlight, showcasing currency variety.
O câmbio favorável em 2026 faz o real render bem nas contas do dia a dia em Mendoza.Foto: Ivo Brasil / Pexels

Hospedagem em Mendoza: do hostel da Aristides à pousada em Chacras de Coria

A Avenida Aristides Villanueva é o eixo noturno de Mendoza — bares, restaurantes e movimento até tarde. Ao redor dela e nas ruas paralelas do bairro de Quinta Sección se concentra boa parte dos hostels e guesthouses voltados para quem quer pagar menos e ainda assim ficar bem localizado. A pé do centro e da área comercial da San Martín, é o ponto de partida natural para quem vai de orçamento enxuto. Se este é o seu perfil, vale dar uma olhada também no guia de onde se hospedar barato com opções por estilo de viajante.

Para hotel de nível médio, o bairro Centro e a área próxima ao Parque General San Martín entregam melhor custo-benefício. São hotéis de 3 estrelas com café da manhã incluído, ar-condicionado funcionando de verdade (importante no verão andino) e fácil acesso a transportes para as vinícolas. Já quem quer se hospedar dentro da rota dos vinhos — com café, jardim e mesa de degustação a alguns passos do quarto — a busca muda de endereço: Chacras de Coria e Luján de Cuyo têm pousadas e pequenos hotéis boutique integrados às propriedades rurais, mas o preço reflete o contexto.

Faixas de preço por tipo de acomodação (estimativa baseada em médias regionais):

  • Econômico — hostel em cama de dormitório (6–8 pessoas): ARS 7.000–ARS 11.000 por noite (R$ 25–R$ 39)
  • Econômico — quarto privativo em hostel ou guesthouse simples: ARS 20.000–ARS 32.000 (R$ 71–R$ 113)
  • Intermediário — hotel 3 estrelas no Centro ou Quinta Sección: ARS 55.000–ARS 90.000 (R$ 194–R$ 318)
  • Conforto — hotel boutique no Centro ou próximo ao Parque San Martín: ARS 95.000–ARS 160.000 (R$ 336–R$ 565)
  • Conforto/Vinícola — pousada rural em Chacras de Coria ou Luján de Cuyo: ARS 150.000–ARS 280.000 (R$ 530–R$ 989)

Esses valores não incluem taxas locais de turismo, que alguns estabelecimentos cobram à parte — pergunte antes de confirmar a reserva.

Vale destacar também: Chacras de Coria fica a cerca de 15 km do centro de Mendoza. Não é longe, mas sem carro próprio ou aplicativo de transporte você depende de táxi ou ônibus com frequência irregular. Esse custo de deslocamento diário entra na conta se você ficar vários dias.

A sazonalidade também mexe nos preços: janeiro e fevereiro são alta temporada (calor e festa da vindima em fevereiro), e os valores das acomodações sobem 20–40% em relação ao inverno austral. Junho a agosto têm preços mais baixos e a possibilidade de esqui em Vallecitos e Las Leñas para quem quer combinar os dois mundos.

Enchanting autumn scene with vibrant orange leaves lining a serene avenue in Mendoza, Argentina.
O outono em Mendoza combina preços mais baixos com paisagens de avenidas arborizadas como esta.Foto: Andres Alaniz / Pexels

Quanto se gasta com comida e vinho em Mendoza

Mendoza tem uma das culinárias mais baratas da América do Sul para quem traz real no bolso — e isso se sente logo na primeira parrilla. Um corte de carne com guarnição e uma taça de Malbec local pode sair por ARS 8.000–ARS 13.000 (R$ 28–R$ 46), dependendo do bairro e da carta. Na Aristides Villanueva, o movimento é alto e os preços acompanham; nos restaurantes de bairro fora do circuito turístico, você acha a mesma qualidade por menos.

Para o dia a dia, o almoço executivo (menú del día) é o movimento mais inteligente. Muitos restaurantes do centro oferecem entrada, prato principal e bebida por ARS 6.000–ARS 9.500 (R$ 21–R$ 34). É rápido, farto e geralmente inclui uma opção de carne grelhada — a parrilla argentina não é exclusividade do jantar.

Faixas de preço por tipo de refeição (estimativa baseada em médias regionais):

  • Café da manhã simples em padaria ou café de bairro: ARS 2.500–ARS 4.500 (R$ 9–R$ 16) — café com leite, medialunas ou tostadas
  • Almoço executivo em restaurante local: ARS 6.000–ARS 9.500 (R$ 21–R$ 34)
  • Refeição completa em parrilla intermediária (sem bebida): ARS 10.000–ARS 18.000 (R$ 35–R$ 64)
  • Jantar em restaurante de nível médio-alto, com entrada e sobremesa: ARS 18.000–ARS 35.000 (R$ 64–R$ 124) por pessoa
  • Jantar com menu harmonizado em adega ou restaurante premium: ARS 45.000–ARS 90.000 (R$ 159–R$ 318) por pessoa

O vinho é onde Mendoza realmente surpreende — e onde você pode gastar muito pouco ou muito, dependendo da escolha. No supermercado, garrafas de Malbec de produtores regionais conhecidos saem por ARS 3.500–ARS 8.000 (R$ 12–R$ 28). Para algo de nível superior, de adegas com reconhecimento internacional, o preço sobe para ARS 12.000–ARS 30.000 (R$ 42–R$ 106) — ainda assim, consideravelmente mais barato do que pagar por essas mesmas garrafas importadas no Brasil.

Nos restaurantes, a mesma garrafa que você encontra no mercado por ARS 5.000 aparece na carta por ARS 12.000–ARS 18.000. É uma marcação típica do setor, sem segredo.

Quem vai às vinícolas para degustações deve separar um orçamento à parte. Sessões básicas de três a quatro vinhos custam ARS 4.000–ARS 8.000 (R$ 14–R$ 28) por pessoa. Degustações premium, com vinhos de reserva e harmonização com queijos e frios, chegam a ARS 20.000–ARS 50.000 (R$ 71–R$ 177) — e algumas adegas do Vale de Uco cobram mais. Vale pesquisar antes de sair: muitas aceitam reserva pelo site com preços em pesos, o que ajuda a planejar sem surpresa na conta.

Transporte local: ônibus, táxi e como chegar às vinícolas

Chegar às vinícolas de Maipú de bicicleta é uma das experiências mais comentadas entre quem visita Mendoza — e não é exagero. A cidade de Maipú fica a cerca de 15 km do centro de Mendoza, e de lá você pedala entre adegas e oliveiras numa rota relativamente plana. O aluguel de bike nas locadoras próximas à praça central de Maipú sai por volta de ARS 8.000–ARS 14.000 por dia (R$ 28–R$ 50), estimativa baseada em médias regionais. O problema é chegar até Maipú — e aí entra o ônibus urbano.

A rede de ônibus de Mendoza usa o cartão SUBE (o mesmo sistema da Argentina, recarregável em quiosques e farmácias). A tarifa urbana gira em torno de ARS 350–ARS 600 por viagem (estimativa baseada em médias regionais) — centavos em real, na prática. O cartão SUBE em si custa alguns pesos para emitir e vale carregar logo na chegada se você planeja usar transporte público com frequência. A linha que conecta o centro de Mendoza a Maipú existe, mas a frequência é irregular nos fins de semana: convém checar horários antes de sair.

Para se locomover dentro da cidade — entre o hotel, o centro e o Parque San Martín, por exemplo — Uber e Cabify funcionam bem em Mendoza e costumam ser mais baratos que táxi convencional. Uma corrida de 10–15 minutos dentro da cidade sai por ARS 3.000–ARS 6.000 (R$ 11–R$ 21), estimativa baseada em médias regionais. Táxi de rua cobra mais, especialmente à noite — e a negociação de preço antes de entrar ainda acontece em algumas situações.

O cenário muda quando o destino é o Valle de Uco, que fica a 80–100 km ao sul de Mendoza. Não há transporte público regular e confiável para lá. As opções práticas são:

  • Transfer compartilhado (van com outras pessoas): ARS 25.000–ARS 45.000 por pessoa (R$ 88–R$ 159), ida e volta, geralmente com visitas programadas a duas ou três adegas — estimativa baseada em médias regionais
  • Transfer privado ou aluguel de carro com motorista: ARS 80.000–ARS 150.000 por veículo (R$ 283–R$ 530) para o dia inteiro — estimativa baseada em médias regionais
  • Aluguel de carro por conta própria: a partir de ARS 35.000–ARS 60.000 por dia (R$ 124–R$ 212), sem contar combustível — estimativa baseada em médias regionais. Exige CNH válida e atenção às estradas de terra nas propriedades mais afastadas

Para Luján de Cuyo, que é mais perto do centro (cerca de 30 km), o Uber já cobre parte da demanda, mas as adegas mais afastadas ainda exigem carro ou transfer. Se o seu plano é visitar mais de uma adega no mesmo dia, vale contratar um transfer com paradas combinadas — sai mais barato do que chamar aplicativo a cada deslocamento e evita a logística de ficar esperando corrida em área rural com sinal de celular inconstante.

Passeios em Mendoza: vinícolas, Aconcágua e Cânion do Atuel

Os passeios são onde o orçamento de Mendoza mais varia — e onde a diferença entre planejar bem e improvisar chega a R$ 500 por dia. Uma visita guiada a duas adegas em Luján de Cuyo num grupo de dez pessoas custa bem menos do que a mesma rota com motorista particular e sommelier dedicado. Saber o que você quer antes de contratar muda bastante o resultado.

Vinícolas e degustações

As degustações nas próprias adegas já foram cobertas na seção de alimentação, mas os tours fechados têm uma lógica diferente: incluem transporte, guia e, em geral, duas a três paradas com degustação básica. Para os circuitos de Luján de Cuyo e Maipú saindo de Mendoza:

  • Econômico — tour em grupo, ônibus ou van compartilhada, degustação simples: ARS 18.000–ARS 30.000 por pessoa (R$ 64–R$ 106)
  • Intermediário — tour em grupo menor (minivan), duas adegas + almoço simples incluso: ARS 35.000–ARS 65.000 por pessoa (R$ 124–R$ 230)
  • Conforto — tour privado com sommelier, Valle de Uco, harmonização premium: ARS 90.000–ARS 180.000 por pessoa (R$ 318–R$ 636)

Alta Montaña e Aconcágua

O bate-volta para a rota da Alta Montaña — que passa por Uspallata, a fronteira com o Chile no Cristo Redentor e o mirante do Aconcágua — é um dos passeios mais procurados e um dos mais acessíveis fora das vinícolas. Dura cerca de 10 a 12 horas e inclui paragens nos principais pontos do caminho.

  • Tour em grupo (van compartilhada, guia incluso): ARS 30.000–ARS 55.000 por pessoa (R$
A breathtaking drive through a mountain landscape with snow-capped peaks under a clear blue sky.
A rota da Alta Montaña revela picos nevados dos Andes num percurso de dia inteiro saindo de Mendoza.Foto: Lucas Porras / Pexels

Perguntas frequentes

Quanto custa uma viagem de 5 a 7 dias para Mendoza saindo do Brasil?

No modo econômico, com hostel, refeições em restaurantes de bairro e uma excursão às vinícolas, a conta fecha entre R$ 3.500 e R$ 5.000 por pessoa com passagem incluída. Em ritmo intermediário, sobe para R$ 5.500 a R$ 8.500; em conforto, passa dos R$ 9.000. Esses valores partem de passagem saindo de Guarulhos.

Quanto custam as passagens de avião para Mendoza em 2026?

Saindo de Guarulhos (GRU), as tarifas mais baixas encontradas ficaram a partir de R$ 847 (preço observado em jun/2026). De Confins (CNF), o piso foi R$ 1.091, e de Campinas (VCP), entre R$ 1.379 e R$ 1.486. Vale comparar as três origens se você tiver flexibilidade, pois a diferença pode pagar alguns dias de hospedagem.

Quanto custa uma degustação nas vinícolas de Mendoza?

Sessões básicas de três a quatro vinhos nas próprias adegas custam ARS 4.000–ARS 8.000 por pessoa (R$ 14–R$ 28). Degustações premium com vinhos de reserva e harmonização chegam a ARS 20.000–ARS 50.000 (R$ 71–R$ 177), e algumas adegas do Valle de Uco cobram mais.

Dá para chegar às vinícolas de Mendoza sem carro?

Dá, mas depende da região. Em Maipú você pode alugar bicicleta por R$ 28–R$ 50 o dia e pedalar entre as adegas. Para o Valle de Uco, que fica a 80–100 km do centro sem transporte público regular, a opção mais econômica é o transfer compartilhado por ARS 25.000–ARS 45.000 por pessoa (R$ 88–R$ 159).

Qual é a melhor época para viajar para Mendoza gastando menos?

Evitar janeiro e fevereiro/março (alta temporada e vindima) reduz o preço de hospedagem em 20% a 40%. O inverno austral, de junho a agosto, combina preços mais baixos com a possibilidade de esqui em Vallecitos e Las Leñas para quem quiser estender o roteiro.

Quanto custa o voo agora

Faixas de preço de voo por rota, dados observados
RotaA partir deMediana
VCP → MDZR$ 1.137,00R$ 1.137,00
GRU → MDZR$ 737,00R$ 835,00
CNF → MDZR$ 1.173,00R$ 1.187,00
GRU → MDZR$ 737,00R$ 835,00
CNF → MDZR$ 1.091,00R$ 1.193,00
GRU → MDZR$ 737,00R$ 837,00
CNF → MDZR$ 1.091,00R$ 1.187,00
CNF → MDZR$ 1.091,00R$ 1.187,00
VCP → MDZR$ 1.137,00R$ 1.137,00
GRU → MDZR$ 737,00R$ 837,00
CNF → MDZR$ 1.091,00R$ 1.173,00
VCP → MDZR$ 1.137,00R$ 1.137,00
GRU → MDZR$ 835,00R$ 847,00
CNF → MDZR$ 1.091,00R$ 1.173,00
VCP → MDZR$ 1.137,00R$ 1.486,00
GRU → MDZR$ 837,00R$ 847,00
VCP → MDZR$ 1.486,00R$ 1.486,00
CNF → MDZR$ 1.091,00R$ 1.091,00
GRU → MDZR$ 837,00R$ 857,00
GRU → MDZR$ 837,00R$ 847,00
GRU → MDZR$ 837,00R$ 939,00
CNF → MDZR$ 1.091,00R$ 1.091,00
GRU → MDZR$ 939,00R$ 939,00
VCP → MDZR$ 1.486,00R$ 1.486,00
GRU → MDZR$ 939,00R$ 939,00
CNF → MDZR$ 1.091,00R$ 1.091,00
CNF → MDZR$ 1.091,00R$ 1.091,00
VCP → MDZR$ 1.379,00R$ 1.379,00
GRU → MDZR$ 939,00R$ 939,00

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